O REINO DA VIDA
- Luisa Coelho
- 13 de dez. de 2025
- 29 min de leitura

Autor: Antonio M. F.
Tradução: Luisa Coelho
CAPÍTULO 10
A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO - GÉNESIS - Génesis 1:1-31 e génesis 2:1-3
INTERPRETAÇÃO:
“No princípio criou Deus os Céus e a Terra”:
O Génesis constitui, de certo modo, o fundamento de toda a obra de Deus no Homem. Com isso, o Homem abandona a via evolutiva e volta-se para uma metafísica acelerada graças à intervenção divina. Os processos de cognição evolutivos adiantam-se um milhão de anos e a maquinaria talâmica renova-se e cresce. O Homem passa de ser terrestre a celestial e apto para subir aos Céus. O que se segue é a criação da Terra. Esta deve cumprir múltiplas funções para dar operatividade à ação dos Céus.
“E a terra estava desordenada e vazia”:
A base de todas as inter-relações da via para acabar com as doenças encontra-se nas funções próprias da ‘terra’, zona do tálamo a que os médicos vitalistas, desde Hipócrates, passando por Paracelso, e até aos nossos dias, designam como a Vis Medicatrix (VM): um médico interno que existe no organismo e que é o grande impulsionador de todos os processos de cura. O nome de ‘terra’ é usado por Deus como metáfora para designar uma série de funções neurofisiológicas imediatas que reconduzem a função dos Céus. Com isso Deus estabelece as bases para que o Homem possa ir desde a terra ao Céu: estado de consciência que nos permite vislumbrar a vida eterna.
“e as trevas estavam sobre a face do abismo”:
Considera-se ‘trevas’ como um estado de obscuridade e cegueira, ou incapacidade para poder enfrentar os fenómenos próprios da metafísica do ser. E isto estava ‘sobre a face do abismo’. Assim, as trevas ocupam uma posição que te leva ao rosto do abismo, o fundo eterno onde cais e de onde jamais voltas.
“e o Espírito de Deus movia-se sobre a face das águas”:
A obra de Deus contém o poder (espírito) para poder estabelecer uma ordem, transmitir o conhecimento e garantir a continuidade do fenómeno humano. É da eliminação das águas que depende essa continuidade. É a dita que põe fim à desdita. Deus contempla o impalpável profundamente unido aos processos destrutivos do mal, exposto este, metaforicamente, como ‘água’.
“E disse Deus: Haja luz; e houve luz”:
Isto mostra-nos a diferença entre o bom e o mau. A luz surge como o contrário das trevas, da obscuridade. A luz é também considerada como o natural, o puro, o supremo.
“E viu Deus que a luz era boa; e separou Deus a luz das trevas. E chamou Deus à luz Dia, e às trevas chamou Noite”:
Deus reúne a Natureza com a consciência. Embora as leis da Natureza sejam manifestações ordenadas e supremas, aparecem sempre individualizadas, onde os seres que vivem dentro dela competem entre si para sobreviver. Esta via seletiva e selvagem é a própria metafísica da Natureza. O que vive dentro dela é o sofrimento de alguns seres e, ao mesmo tempo, a evolução de outros, e isso equivale a dizer que o bem é o assento do mal.
“E foi a tarde e a manhã o primeiro dia”:
A energia de que dispõe o ser humano é subjugada pela própria ação da noite, que sabe escutar a metafísica. É a ação da Natureza. E é a tarde e a manhã um dia. Este é o primeiro dia da criação, disposto a enfrentar a noite, criando um buraco negro no decurso do tempo. Assim, tudo isto não se traduz em palavras, mas em obra que altera o espetro da neurofisiologia do Homem. A grande ciência de Deus começa construindo o Céu, separando-o das águas.
Assim devemos entender as águas, como o contexto em que o Homem está situado: nasce, cresce e morre. É o devir das trevas, do abismo e do ocaso.
Pelo contrário, a luz representa o despertar, a alvorada, e aquilo que nos traz o Sol, a estrela, e que dá vida.
A tarde declara-se como aquilo que pertence à parte mais velha do dia e alude ao fenómeno que a Natureza criou, sustento de uma metafísica evolutiva, para chegar à noite, à obscuridade, o handicap do imperativo metafísico para a vida, para depois trazer a manhã, aquilo que vem da mão de Deus, do Verbo feito carne, disposto a criar no Homem a vida eterna.
Esquema neurofisiológico de algumas funções do tálamo resultantes do processo evolutivo metafísico da Natureza (representado metaforicamente na Bíblia como noite e trevas)
TAO | Eixo | Funções – Controlo |
3 TAO CONSCIÊNCIA INFERIOR (3 TCI)
Contexto água | A | 1. Controlo nociceptivo. 2. Sistema somatossensorial. |
B | 1. Controlo de organelos. 2. Células da glia. | |
C | 1. Controlo do sono. 2. Controlo da vigília. | |
D | 1. Moral 24 anciãos. | |
E | 1. Mapa somatotópico da enfermidade. 2. Mapa somatotópico de patógenos. | |
F | 1. Indicador de alarme. 2. Adaptação patológica. |
Esquema neurofisiológico de algumas funções do tálamo resultantes do processo da criação (Génesis) realizado por Deus. A tarde e a manhã: primeiro dia. A luz, os Céus
TAO | Eixo | Controlo de funções ampliadas |
3 TAO CONSCIÊNCIA INFERIOR (3 TCI)
Contexto Céu | A | Controlo nociceptivo. |
B | Controlo de organelos. | |
C | Controlo das células da glia. | |
D | Sistema somatossensorial. | |
E | Controlo do sono e da vigilia. | |
F | Moral 24 anciãos. |
TAO | Eixo | Controlo de funções ampliadas |
8 TAO CONSCIÊNCIA SUPERIOR (8 TCI)
Contexto Céu
Controlo da enfermidade | A | Mapa somatotópico patológico. |
B | Mapa somatotópico de patógenos. | |
C | Mapa somatotópico da fisonomía. | |
D | Mapa somatotópico de agentes contaminantes. | |
E | Indicadores de alarme. | |
F | Adaptação patológica. |
“Depois disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e separe a expansão as águas das águas”:
Na nossa perceção das coisas, vemos a água nos mares e nos rios, ou como nuvens suspensas em estado gasoso. Na realidade, a água faz parte de um movimento circular que conduz à vida, porque sem ela a vida seria impossível. No entanto, o movimento da água deve estar em harmonia com os ciclos da Natureza e com as suas leis. A raiz de todos os males pode ser uma grande seca, mas também um ciclone, uma gota fria ou um tsunami. A água só pode ser benéfica dentro dos ciclos temperados.
No organismo, a metáfora da água tem um carácter essencialmente qualitativo, porque se relaciona com a moral. Agir bem, de acordo com os ditames da Natureza, corresponde à água temperada, que conduz à vida. Enquanto agir mal, pelo contrário, por ser contrário à Natureza, obriga o Homem a perverter a sua essência inata e a atuar com desejos exacerbados, inundando a vida alheia, tal como o faz a água; ou retendo a moral ao não atuar perante a injustiça, como também o faz a água no caso de uma seca, acabando com qualquer indício de vida.
‘Separar as águas das águas’ vem dizer-nos que haja expansão entre a moral da evolução criada pela Natureza e a moral da criação feita por Deus; entre a moral dos 24 arquétipos (24 anciãos) metafísicos e os 144 arquétipos criados por Deus, que correspondem ao conjunto da criação da ‘terra’, situando-se alguns deles em grupos, dentro de um contexto na forma de atuar.
“E fez Deus a expansão, e separou as águas que estavam debaixo da expansão das águas que estavam sobre a expansão”:
Os dois soberanos mais poderosos: um situado debaixo da expansão, o mais antigo, o primogénito, o mais ancião, e que se refere aos 24 anciãos, que são os arquétipos da moral (ver capítulo 9); e as águas que estavam sobre a expansão, referindo-se à moral da terra, que se sobrepõe à primeira, determinadas por 144 arquétipos da moral.
“E chamou Deus à expansão Céus. E foi a tarde e a manhã o segundo dia”:
A moral imposta pela Natureza representa uma moral de sustentação para a convivência do Homem com o Homem. A Natureza atua de forma previdente mediante regras que exige ao Homem para o manter dentro do contexto metafísico e assim evitar a sua decadência e destruição. Mas aqui, a vida do ser humano tem um ciclo de caducidade que termina com a morte (o abismo), e apenas se produz um processo de continuidade do Homem como espécie, que necessitaria de mais um milhão de anos para alcançar o tálamo da obra de Deus, ‘A Criação’, os Céus: aqui o Homem já pode voar, pode converter-se em anjo, e a vida eterna assoma pelo seu rosto.
“Disse também Deus: Juntem-se as águas que estão debaixo dos Céus num só lugar, e apareça o seco. E assim foi”:
Deus situa de forma conjunta e ordenada os 144 arquétipos da moral, ‘que estão debaixo dos Céus’, isto é, sob a perspetiva daquilo que é Céu e que lhe confere carácter de transcendência.
TAO CONSCIÊNCIA SUPERIOR | Eixo | Correspondência |
1TCS
(Templo Elementos)
| A | Da doutrina. |
B | Da ética. | |
C | Da praxis da vida. | |
D | Da justiça. | |
E | Da ponderação. | |
F | Da gnoseologia. |
TAO CONSCIÊNCIA SUPERIOR | Eixo | Correspondência |
2TCS
(Valor Elementos)
| A | Ego. |
B | Dever. | |
C | Ponderação. | |
D | Hábitos. | |
E | Eu vital. | |
F | Cultura. |
TAO CONSCIÊNCIA SUPERIOR | Eixo | Correspondência |
3TCS
(Moral Vital Elementos)
| A | Reencarnação. |
B | Alma. | |
C | Convivência coletiva. | |
D | Reconhecedor da moral. | |
E | Magno. | |
F | Ser. |
TAO CONSCIÊNCIA SUPERIOR | Eixo | Correspondência |
4TCS
(Moral Supraconsciência Elementos)
| A | Árvore da Vida. |
B | Árvore da Ciência. | |
C | Árvore das Delicias. | |
D | Supraconsciência do pacto. | |
E | Supraconsciência do levítico. | |
F | Supraconsciência do reino. |
Convém esclarecer que cada um desses itens engloba seis arquétipos, de modo que há quatro sistemas com seis itens, o que perfaz um total de 24; e, se multiplicarmos estes por seis, obtemos um total de 144 arquétipos.
Expomos dois exemplos:
1. 1 TCS Templo Elemento: Da Justiça.
Templo Elemento Justiça | Princípio |
1 JST | Lutar pela equidade. |
2 JST | Não causar dano nem menosprezar. |
3 JST | Demonstrar empatia. |
4 JST | Ser uma pessoa íntegra. |
5 JST | Não fazer juízos arbitrários. |
6 JST | Não ignorar a injustiça. |
2. 2 TCS Valor Elemento: Ego.
Valor Elemento Ego | Ego patológico |
1 EG | Pelo sexo (promiscuidade). |
2 EG | Pelo dinheiro (avarícia). |
3 EG | Pela importância ou títulos. |
4 EG | Pelo poder. |
5 EG | Pelo controlo. |
6 EG | Por ciumes. |
Graças ao Céu, o mundo da moral permanece em toda a sua extensão. O que segue à moral dos 24 anciãos e da terra, que constituem 144 arquétipos, é uma moral celestial que cumpre uma função mais transcendental, que participa no grande ciclo para alcançar a imortalidade. A consciência começa por procurar o princípio fundamental da vida: o supremo e o último, a transformação do metal em ouro, as células reproduzem-se perpetuamente e os neurónios renovam-se. Disto resulta o eclipse da água.
“Vi um novo Céu e uma nova Terra; porque o primeiro Céu e a primeira Terra passaram, e o mar já não existia”.
Apocalipsis 21:1
A metáfora do mar ou da água é aqui empregue dentro de um contexto pejorativo, aludindo a uma ausência de estereótipos, a desordens funcionais e à doença; e é assim que ‘se descobre o seco’, a partir dos novos arquétipos da moral.
Deus está plenamente consciente da necessidade de dotar o Homem com este divino equipamento da moral, que pode penetrar nas esferas da supraconsciência. A vivência destes arquétipos trará uma experiência imediata e situará o Homem no caminho da vida eterna. A essência destes arquétipos desdobra-se sob a forma das sete igrejas (Apocalipse 2 e 3) e da moral da reencarnação.
Canal Igreja | Transgressão |
1 IGL | Perda da fé (1ª Igreja: Efésio) |
2 IGL | Não manter a doutrina na adversidade. (2.ª Igreja: Esmirna) |
3 IGL | Não selecionar as relações. (3ª Igreja: Pérgamo) |
4 IGL | Tolerar as mentiras, as injustiças e as infidelidades. (4ª Igreja: Tiatira) |
5 IGL | Não manter a integridade. (5ª Igreja: Sardis) |
6 IGL | Não respeitar as hierarquias. (6ª Igreja: Filadelfia) |
7 IGL | Ser tíbio. (7ª Igreja: Laodicea) |
Canal Reencarnação | Princípio |
1 RNC | Aulas de Alquinatura. Cada pessoa assumir o compromisso que tem |
2 RNC | Atividades alquinaturistas: canto, baile, instrumento, Taekwondo, Taichi e Qigong. Necessidade de adquirir conhecimento integral. |
3 RNC | Educar na doutrina. Seguir os passos da vontade do Céu. |
4 RNC | Alimentar-se bem. Procurar prazeres naturais que tragam paz (viajar, espetáculos, refeições em família ou com amigos…). |
5 RNC | Ser uma pessoa ordenada. Não julgar levianamente (escutar com o coração, não com os ouvidos). |
6 RNC | Reprimir os desejos carnais. Reprimir os desejos negativos (sobretudo nos homens selados com tendência para o adultério). |
7 RNC | Respeitar as hierarquias e os demais. Antepor a justiça e as regras do Céu aos pais, filhos, irmãos, etc. |
“E chamou Deus ao seco Terra, e à reunião das águas chamou Mares. E viu Deus que era bom. E depois disse Deus: produza a Terra erva verde”:
Para compreender o significado de erva verde é necessário pôr a ênfase nos polos que formam o ADN, os dois pares de bases nitrogenadas que o constituem.
“erva que dê semente”:
‘Erva’ que dê proteínas mediante a transcrição.
“árvore de fruto que dê fruto segundo o seu género”:
Proteína ou hormonas que deem o seu ‘fruto’ segundo a sua célula (género).
“que a sua semente esteja nele, sobre a Terra. E assim foi”:
E que o seu código genético esteja nele, vivendo a abertura das portas do Céu com esta nova configuração do tronco génico, que incuba o mistério da vida e que nasce no ovo da Terra.
“Produziu, pois, a Terra erva verde, erva que dá semente segundo a sua natureza, e árvore que dá fruto, cuja semente está nele, segundo o seu género. E viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã o terceiro dia”.
Génesis 1:12-13
“Disse depois Deus: Haja luzeiros na expansão dos Céus para separar o dia da noite”:
Os Céus constituem o início de uma nova realidade neurofisiológica que marca o desenvolvimento dos processos da consciência no que se refere à moral, às virtudes criativas, ao equilíbrio mental, à eliminação da doença e à elevação à vida eterna. A metáfora ‘luzeiro’ indica que a luz que dele emana serve para iluminar a própria expansão dos Céus e pode separar a luz das trevas, o dia da noite, a saúde da doença e a ordem das desordens funcionais. Quem é capaz de dominar os luzeiros é como aquele que lança uma grande rede para pescar as doenças, e aquilo que vive dentro dele também se transmite aos demais. Tudo isto mediante o divino teste alquinaturista.
“E sirvam de sinais para as estações, para dias e anos”:
Quem poupa tempo e energia acumula a vida em dobro. Por muito belas que sejam as palavras, a saúde caminha sempre por veredas espinhosas, e apesar de a medicina do mundo ser opulenta em alta tecnologia, as sepulturas proliferam no cemitério, e os celeiros das pessoas centenárias estão vazios. Deduz-se daqui que, para promover uma saúde autêntica, na qual as pessoas possam ao menos cumprir o seu ciclo de vida de forma ativa e com qualidade na saúde até ao fim dos seus dias, é necessário que os luzeiros atuem, iluminando um modelo de diagnóstico e tratamento afim ao ordenamento natural e que, assim, possa servir de sinais às estações, aos dias e aos anos no seu longo cumprimento.
“E disse o Senhor: O meu espírito não contenderá para sempre com o Homem, pois ele certamente é carne; mas os seus dias serão cento e vinte anos”.
Génesis 6:3
“e que sejam por luzeiros na expansão dos Céus para iluminarem sobre a Terra. E assim foi”.
Génesis 1:15
“E fez Deus os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para dominar o dia, e o luzeiro menor para dominar a noite”:
O decisivo, neste caso, é saber interpretar o significado do dia e da noite, dispostos metaforicamente noutro contexto. O dia, como luz, como informação que se encontra na biomemória dos neurónios-mãe. É através deste teste, o ‘luzeiro maior’, que podemos entrar nesses neurónios e detetar se existe alguma alteração. Pelo contrário, a noite, relacionada com as trevas e a doença, é aqui representada no mapa somatotópico das doenças, mapa onde se encontram arquivadas todas as enfermidades e que podemos reconhecer através do teste ‘luzeiro menor’, que o ‘senhoreia’, que o controla.
“fez também as estrelas”:
Com a mesma naturalidade com que se utilizam os utensílios de trabalho, assim as ‘estrelas’ podem usar o teste para ‘senhorear’ e iluminar. A alma do médico alquinaturista deve estar brilhante para se converter em ‘estrela’. A alma das sete igrejas e a alma das reencarnações, quando estão arquetipadas, vencem as dificuldades impostas pelo império dos demónios (ver Canal Igreja e Canal Reencarnação expostos mais acima neste texto).
“E colocou Deus os luzeiros na expansão dos Céus para iluminarem sobre a Terra, e para dominarem o dia e a noite, e para separarem a luz das trevas. E viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã o quarto dia”.
Génesis 1:17-19
“Disse Deus: Produzam as águas seres viventes”:
A vida terrena é como um gigantesco pássaro que bicoteia o organismo; é misteriosa e silenciosa, castigando ou recompensando, súbita e inesperadamente, e assim fomentando a mentalidade que convém aos seus fins. A natureza de Satanás está constituída pelo desejo de eliminar o Homem que queira transcender e, para isso, além dos demónios, utiliza os vírus.
Composição dos vírus.
Segundo é aceite pela ciência, um vírus compõe-se de um genoma de ADN ou ARN no interior de uma cobertura de proteína chamada cápside. Alguns vírus possuem um invólucro de membrana externa, formado por fosfolípidos, que coincide com a membrana do hospedeiro. Carecem de qualquer forma de energia e de metabolismo do carbono, e não se podem replicar nem evoluir por si próprios. Reproduzem-se e evoluem unicamente dentro das células. Sem as células do hospedeiro, os vírus são “matéria orgânica complexa inanimada”. Estão no limite do que poderia considerar-se um ser vivo, porque necessitam da célula de outro para viver: pode ser a célula de um animal, de uma planta ou de uma bactéria. Uma vez dentro do organismo que lhe serve de “hospedeiro”, o vírus infeta as suas células e multiplica-se para sobreviver.
Segundo a Alquinatura:É correto tudo o que foi dito anteriormente, e além disso é importante ter em conta que, obviamente, os vírus não foram criados nem por Deus, nem pelo Homem, nem pela Natureza. A Natureza nunca criará algo que vá contra ela própria. Portanto, fica claro que o seu criador é o diabo, que conhece perfeitamente o funcionamento íntimo das proteínas.
Estrutura dos vírus. Tipos de proteínas.
Cada uma das proteínas que se indicará a seguir faz parte da cápside e é suscetível de ser ativada por Satanás ao seu bel-prazer, conforme lhe convenha.
1. Proteína recetora de ondas, tal como faz a clorofila das plantas e outras que existem na Natureza.
Algo semelhante ocorre com o covid-19: agora pode ativar-se qualquer variante antiga, porque é o demónio que as ativa. Também podem ser ativadas por condições climatológicas.
2. Proteína promotora. Atua sobre a membrana celular do hospedeiro. São proteínas de adesão que mantêm unidos dois tecidos iguais. Esta qualidade leva-as a ser seletivas quanto aos tecidos nos quais o vírus se alojará.
Cada célula criou o seu próprio sistema de defesa individualmente: as células paracrinas, que, quando se sentem atacadas por um antigénio, expulsam para o exterior interleucinas. Essas interleucinas excretam substâncias que podem ser localizadas pelos linfócitos T e B.
3. Proteína que interage com o grupo fosfato. O vírus altera os grupos fosfato de todos os locais onde se encontra, como na membrana celular.
4. Proteína bloqueadora. Bloqueia as proteínas de transporte, como a da bomba Na⁺/K⁺.
5. Proteína enzimática. Bloqueia a recetividade da célula relativamente a certas substâncias, como pode ser a insulina, que permite a entrada de glucose na célula, etc.
6. Proteína mensageiro químico. Bloqueia as citocinas, sobretudo as interleucinas (células parácrinas). Isto impede a terceira resposta imunitária do organismo.
7. Proteína transportadora ou proteína vírion. Transporta o vírus. É composta por 2 vírions: um para poder entrar na célula e outro para entrar no núcleo ou em qualquer organelo, como o aparelho de Golgi ou os lisossomas.
Comportamento do vírus dentro da célula.
A Natureza não criou nada para nos causar dano. Todos os vírus foram criados pelo diabo. As proteínas seguintes são as que interagem com a célula infetada.
1. Proteína segundo mensageiro químico. Bloqueia a atividade da T4 (tiroxina). A tiroxina tem as seguintes funções dentro da célula:
a. Participa de forma ativa no ciclo do ácido cítrico. O seu bloqueio implica que não haverá ATP e, além disso, dará lugar à obesidade.
b. Participa de forma ativa no funcionamento da bomba Na⁺/K⁺ e da bomba Ca²⁺/Mg²⁺.
2. Proteína precursora do gene da transcrição (8TCI dos genes), o que implica que as células infetadas se transcrevem, e é isso que permite que o vírus se reproduza.
3. Telomerase. Tanto os vírus como as bactérias ou os plasmódios têm telomerase, tal como os tumores. Nas células somáticas, o telómero marca o relógio biológico de cada célula e, com isso, a sua morte programada. Qualquer célula somática sem telomerase tem apenas um número determinado de divisões celulares, enquanto, por exemplo, os tumores se dividem infinitamente.
4. Tem ADN ou ARN polimerase III. Utiliza-a para unir ou dividir ADN, ou para o transformar em ARN. O vírus radicaliza grupos fosfato das polimerases em algumas das suas bases. Se recombina no ARN, produz proteínas não funcionais. Se recombina no ADN, produz células aberrante.
Tanto na célula como no vírus existe um gene ativador da mitose, que é controlado pelo 8 TCI, controlo da linhagem celular ou neuronal, que é o responsável por iniciar o processo de mitose e por fabricar a proteína que inicia a fase G₁, que é quando começa a divisão.
A velocidade a que se produz a mitose das células aberrantes dependerá do gene supressor de tumores P53: se o hospedeiro o tiver em bom estado, não se produzirão tumores mesmo que tenha células não funcionais; mas, se o tiver em mau estado, o hospedeiro padecerá de tumores.
O gene supressor do mensageiro químico é o que faz com que todas as células do mesmo grau se mantenham unidas, de forma que:
a. Se o gene atua, todas as células se mantêm unidas e o resultado é que o tumor será benigno.
b. Se o gene não atua, algumas células tumorais podem separar-se e viajar para outras zonas ou órgãos do hospedeiro, dando origem a metástases e, portanto, a um tumor maligno.
Dado que existe uma estratégia de Satanás através de todas estas proteínas, serão necessárias novas técnicas para as eliminar.
Podemos ter vírus inativos nos vasos sanguíneos, nos vasos linfáticos, no plasma, etc., pelo que haverá novos tratamentos para os eliminar.
Os vírus são enviados em cápsulas que atravessam o Cinturão de Van Allen e depois abrem-se e dispersam-se por todo o planeta.
Tipos de vírus.
Temo-los separados em função do ponto de puntura em que se localizam os seus recetores.
Ponto | Tipo de vírus |
GSI | Vírus que se reproduzem e infetam novas células. Esse é o seu objetivo |
1MASI | Para todos os deste ponto, exceto os oncogénicos e tumorais, a sua função é atacar a mitocôndria, porque recombinam a sua cadeia, o que faz com que deixem de fabricar ATP. |
2MASI | Oncogenes. |
3MASI | Vírus da obesidade. Proteína programada para atacar adipócitos e produzir hiperplasia, crescimento exacerbado de novos adipócitos. |
4MASI | Tumores benignos. |
5MASI | Priões. Partículas proteicas que se aderem às células e as bloqueiam. |
6MASI | Patógenos que provocam fibrose pela inibição do gene que a suprime. |
1ASI | Viírus integrados. Têm ARN e ADN e provocam uma maior proliferação dos vírus nas células. |
2ASI | Registados inicialmente como de laboratório, são na realidade vírus que alteram o gene temporal da proteína de transcrição, aumentando o seu ciclo de transcrição para a esgotar e matar. A maioria dos coronavírus encontra-se neste grupo. |
3ASI | Viróides e restantes. São pseudo-vírus. Apresentam cápside proteica, mas não possuem ADN nem ARN, nem membrana. Estas proteínas alojam-se no aparelho de Golgi e no lisossoma Para matar um vírus, o Sistema Imunitário envia linfócitos T e B: células de Kupffer, de Langerhans e células dendríticas reticulares. Os viróides funcionam como um exército de distração para estes linfócitos, e o tumor continua a crescer enquanto os linfócitos os estão a atacar. Os restantes vírus deste ponto têm a mesma função: atuar como exército de distração. |
4ASI | Vírus de zonas extra-codificantes do ADN. Existe um ADN a que chamam sucata, em tandem, que representa cerca de 10 a 30 cópias do ADN ativo — cópias de reserva, com as quais é possível refazer o ADN em caso de ataque por um patógeno. Estes vírus bloqueiam as cópias em tandem, impedindo que a célula as possa utilizar. |
5ASI | São os únicos que possuem membrana, e isso faz com que os leucócitos tenham dificuldade em reconhecê-los. |
6ASI | VOD (Vírus de origem desconhecida). Todos os vírus têm um tamanho entre 20 e 40 nanómetros, cerca de 40 vezes menor do que uma partícula de pó. Os VOD medem cerca de 10 nanómetros, pelo que os microscópios eletrónicos têm muita dificuldade em detetá-los. |
É bastante difícil sustentar o organismo perante o ataque dos vírus, porque eles penetram até ao fundo da essência celular e a destroem. Perante a invasão vírica, “as águas”, Deus produz “seres viventes”, fazendo assim referência ao sistema imunitário para combater os vírus e para que a vida siga adiante.
“e aves que voem sobre a Terra, na aberta expansão dos Céus”:
A influência de vírus — centenas deles — pode não acabar com a vida do hospedeiro, mas pode deixar sequelas, e as desordens funcionais podem ser, por vezes, irreversíveis. Fazer regressar estas funções celulares, evitando assim catástrofes na saúde, faz parte da ação das “aves”, que são capazes de originar uma transformação na doença, tornando-a reversível. A fórmula mágica para isso consiste na criação genética de células-mãe, que podem ser ativadas para regenerar disfunções orgânicas específicas irreversíveis. Trata-se aqui de um fenómeno original que lhe confere um grau avançado dentro do mundo da metafísica, com disposições potenciais de “anjos”. Assim, estes têm “asas e voam”, “aves sobre a Terra”. Este movimento neurofisiológico evolutivo ocorre através da “terra”, sistema da Vis Medicatrix, concretamente pela Árvore da Ciência do Bem ou pela Árvore da Vida, e fica depois refletido na “aberta expansão dos Céus”, produzindo assim o seu efeito sobre o Homem renovado: “Céu”.
8 TCI dos genes ativadores para:
1. Placa epifisária.
2. Dentes.
3. Folículo piloso.
4. Oócitos.
5. Neuropeptídeo cromático (iris).
6. Neuropeptídeo cromático (cabelo).
7. Ouvido interno (células de Corti).
8. Folículo piloso, cabelo débil (proteínas).
9. Melanócitos.
10. Células foliculares da tiroide.
11. Células mãe de eritrócitos.
12. Células mãe de leucócitos.
13. Células Leydig y Teca (testosterona).
14. Células pancreáticas para insulina.
15. Ferritina e transferrina (ferro).
16. Células G para gastrina.
17. Amígdalas cerebrais, nociceptivo.
18. Corpúsculo tímico (para evitar fibroses).
19. Células mãe para plaquetas.
20. Células mãe para fibroblastos.
“E criou Deus os grandes monstros marinhos”:
O mundo da essência é o mundo dos arquétipos da moral, e o mundo das trevas e do caos é o dos estereótipos. Dispor de elementos que transportem os estereótipos para arquétipos é fundamental para dar continuidade à metafísica do Homem. Quanto mais abundarem os egos, todas as aspirações evolutivas se tornarão obcecadas e passar-se-á a colocar a ênfase no destrutivo. Para isso, o único caminho possível de remediar é o do Juiz, e aquilo que antes não era mais do que um aviso à má consciência transforma-se agora em castigo. A partir deste momento, o espelho da vida tornar-se-á obscuro e começa-se a viver a experiência da doença. Este processo de autocastigo torna possível que voltemos a consolidar os bons hábitos connosco próprios e com tudo aquilo que vive na Natureza. A moral imposta pelo Juiz ama os Homens bons e justos e abomina a impiedade e as maldades. A função deste Juiz, de que o ser humano dispõe e que está sempre disposto a reprimir as nossas más ações, encontra-se petrificada. As forças do mal tornaram isso possível. E, desta forma, conduzem o Homem à degeneração absoluta e à sua posterior destruição. Mas, chegado o tempo apocalíptico, ele será libertado, e aquilo que poderia ser uma maldição para o Homem, se este tomar consciência dos seus erros e seguir as instruções dos alquinaturistas, tornar-se-á um bem para ele.
Uma vez instaurado o Juiz (5 VM), ninguém poderá enfrentá-lo nem poderá resistir-lhe, e atuará como um “monstro” que se move dentro do contexto água, “marinho” (contexto dos estereótipos)
“e todo o ser vivente que se move”:
O organismo poderá reconhecer aquilo que não está registado. Nada mudará perante uma desordem funcional se o neurónio-mãe encarregado do controlo dessa função não tiver consciência disso. Por isso, um governo sábio procura saber o que se passa no povo. As neurónios-mãe são como reis que regem cada um dos sistemas que constituem o organismo e, para isso, possuem uma biomemória de todas as funções do sistema em questão (3 VM). A grande ciência de Deus permite que esta biomemória, que é a vida (ser vivente), se mova, deslocando-se para outro lugar, e aí fique arquivada como cópia de segurança, no caso de alguma leitura de uma função desaparecer. A esta zona da “terra”, na medicina alquinaturista, dá-se o registo de 1 VM, zona de controlo da biomemória. Por vezes pode acontecer que o registo destas funções também se perca nesta zona, 1 VM, e, para isso, Deus prevê um novo movimento, que se encontra noutro lugar do tálamo, 12 VM da Alma Médica.
“que as águas produziram segundo o seu género, e toda a espécie alada segundo a sua espécie. E Deus viu que era bom. E Deus abençoou-os, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares, e multipliquem-se as aves na terra. E houve tarde e houve manhã: o quinto dia.”.
Génesis 1:21-23
“Depois disse Deus: produza a terra seres viventes segundo o seu género, bestas, répteis e animais da terra segundo a sua espécie. E assim foi”:
A obra de Deus atua como um elemento mágico capaz de restabelecer sistemas que se encontram restringidos pela ação do diabo, a abominação desoladora mencionada pelo profeta Daniel. Este sistema restringido a que se faz alusão às “bestas”, a posição neurofisiológica que ocupa no organismo, faz parte de um movimento que circula a partir das células-mãe do esterno, que geram neurotrofinas, proteínas que atuam como recetores vibracionais e fotónicos do Cosmos, e que constituem um sistema fundamental do Sistema Energético da Puntura para levar vibração e fotões aos átomos que se encontram petrificados e com perda de carga. A conceção deste sistema atua como uma “besta” se for contemplada do ponto de vista estritamente funcional, sendo capaz de suprir uma função bestial, como romper o anquilosamento dos átomos e carregá-los, de modo a enviar os eletrões para a sua órbita correspondente, algo que é vital para o organismo, atuando como um verdadeiro artífice da cura, sendo esta alteração atómica o elemento mais importante na genealogia da doença. É assim que Deus cria “seres viventes”, aludindo à manutenção da vida, “segundo o seu género”. Este género estabelece relação com os elementos e as suas correspondências, que se escenificam na estrela de David.
Na realidade, os órgãos e as vísceras tomam-se como referência de um conjunto de órgãos associados a um sistema que possui o mesmo espectro energético. É por isso que existem doze espectros energéticos diferentes, “segundo o seu género”. Este sistema, “a besta”, restringido pelo diabo em 70% da sua funcionalidade, é o 1 Tao Consciência Inferior (1 TCI), que controla as neurotrofinas. A ação de Deus para que “a terra produza seres viventes” vai no sentido de restabelecer a ação deste sistema e, para isso, cria um sistema na terra, “produza a terra”: o 10 VM Árvore Deliciosa, capaz de bloquear um recetor na Árvore da Ciência do Mal e, desta forma, libertar a função do 1 TCI das neurotrofinas, “produza a terra seres viventes”.
— “serpentes”:
Diversas circunstâncias criam as condições para a descrição da natureza da serpente: não perseverante, desânimo perante o esforço, estar deitado no chão, arrastando o corpo. Assim é como nos sentimos quando nos falta energia. Este é um fator essencial para a vida. Toda a energia para carregar os átomos é obtida através do Sistema Energético da Puntura, 4 TCI e 7 TCS. Por esta razão, estes sistemas devem ser restabelecidos em caso de restrição pela mão da serpente, Satanás. Esta função, tal como no caso das “bestas”, é desempenhada pelo 10 VM Árvore Deliciosa: função de produzir seres viventes para as serpentes que se arrastam.
Deus vê nesta obra o essencial para determinar a doença e o seu tratamento. As infinitas disfunções que existem no organismo fazem brotar um mundo inalcançável para o diagnóstico, e apenas a magia do teste alquinaturista, pela mão da 6 e 7 VM, é capaz de se ajustar a isso, mobilizando-se com o seu poder, e livremente, sobre o mapa somatotópico das doenças (8 TCS Registo das doenças), e assomando à biomemória dos neurónios, e desta forma saber e conhecer o registo das funções desses neurónios-mãe que controlam todos os nossos sistemas (3 VM Controlo da biomemória).
A metáfora de “animais” é uma denominação que expressa o comportamento dos animais no contexto da sobrevivência de uma Natureza selvagem e devastadora, mas na qual, ao longo dos anos, esses animais, com as suas perícias, mantêm a sua sobrevivência como espécie, sendo esta colocada em perigo apenas pela atuação da mão do Homem.
A criação, por Deus, deste sistema de “animais”, a 10 VM da terra, vem socorrer os sistemas do teste alquinaturista, restringidos em 70% pela ação do diabo, bloqueando os recetores da Árvore da Ciência do Mal e permitindo a restauração do teste alquinaturista, a 6 VM e a 7 VM, na sua máxima expressão e extensão.
“E Deus fez os animais da terra segundo o seu género, e o gado segundo o seu género, e todo o animal que se arrasta sobre a terra segundo a sua espécie. E Deus viu que era bom”.
Génesis 1:25
“Então disse Deus: Façamos o Homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”:
Dispor da alma significa poder dar continuidade à vida depois da morte e erguer metas e finalidades de acordo com as condições da alma, uma vez terminada a vida.
“E não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno”.
Mateo 10:28
Todas as aspirações do Homem, até ao momento da criação, eram ilusórias, colocando sempre a ênfase na ideia de que algo deveria existir depois da morte; e, para isso, o Homem, uma e outra vez, não cessava de fazer brotar da sua imaginação deuses e doutrinas que albergavam uma possível continuidade do ser após a morte. Porém, sabemos que estas aspirações ilusórias não são mais do que o caminho da solidão, do silêncio e do descanso eterno que se produz depois da morte.
“Porque o que sucede aos filhos dos Homens, isso mesmo sucede às bestas; um mesmo acontecimento lhes sucede: como morrem uns, assim morrem os outros, e todos têm o mesmo fôlego; e o Homem não tem vantagem sobre a besta, porque tudo é vaidade. Tudo vai para um mesmo lugar; tudo é feito do pó, e tudo volta ao mesmo pó. Quem sabe se o espírito dos filhos dos Homens sobe para cima, e se o espírito da besta desce para baixo, para a terra?
Assim, pois, vi que não há coisa melhor para o Homem do que alegrar-se na sua obra, porque essa é a sua porção; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?”
Eclesiastés 3:19-22
No entanto, com esta obra de Deus, aquilo que antes não era mais do que uma ilusão transforma-se na esperança da realidade da alma.
Vis Medicatrix | Eixo | Correspondência |
12 VM
Alma
| A | Alma atual. |
B | Alma médica. | |
C | Alma familiar e dos amigos. | |
D | Alma de parceiro. | |
E | Alma das 7 Igrejas. | |
F | Alma das Reencarnações. |
“e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre as bestas, e sobre toda a terra, e sobre todo o animal que se arrasta sobre a terra”.
A fluidez da alma não é nenhuma dispersão, mas mantém, no caso de termos conquistado a continuidade da vida, todas as nossas virtudes anteriores e os nossos genes, e garante a continuidade daquilo que fomos e que voltamos a ser. A partir deste momento, o espelho da alma emerge das profundezas da magia de Deus, que torna possível esta realidade, podendo assim o Homem “dominar”, dar continuidade e controlo aos processos vitais dos seus sistemas, apresentados sob a forma de metáfora: bestas da terra, peixes do mar, aves do céu e animais que se arrastam sobre a terra.
“E criou Deus o Homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou”:
Aqui é necessário falar da polaridade dos Sistemas de Órgãos, uns yin (fêmea) e outros yang (macho), e que devem ser considerados, de forma clara e inequívoca, no momento de clarificar e expor a fisiologia, pois fazem parte do elemento vital para compreender o organismo, realizar um diagnóstico e restabelecer as desordens funcionais.
SISTEMAS ASSOCIADOS | |
ELEMENTOS YIN | ELEMENTOS YANG |
Elementos Bilaterais | |
Arque Elemento (1 a 6) TCS-IT-TF-VM-AQ-TCI | Arque Elemento (7 a 12) TCS-IT-TF-VM-AQ-TCI |
Órgão Elemento T-C-P-PA-H-R | Víscera Elemento B-ID-IG-E-VB-V |
Recetores Alqui Elemento RAG-RAF-RAM-RAT-RAMA-RAA | Recetores Híper Elemento GSI-FSI-MSI-TSI-MASI-ASI |
Organelos Elemento GO-FO-MO-TO-MAO-AO | Sub Elemento SIT-SES-AT-CC-AL-RE |
Supra Elemento SGE-SSN-SOR-SER-SMT-SVN | O Carro e o Arado CNT-ITM-BL-ESP-DPT-TRB |
Espírito da Natureza EN | Espírito Vital EV |
Recetores Neurotrofinas Fotónicas Gás-Fogo-Metal-Terra-Madeira-Água | Recetores Neurotrofinas Vibracionais Gás-Fogo-Metal-Terra-Madeira-Água |
Aurículo Elemento AU - Órgãos-Vísceras | Quiro Elemento QR – Elementos |
Aurículo Adaptação Patológica AUA – Adaptação Patológica | Quiro Crise Curativa QRC – Crise Curativa |
Sistema Energético ARCA ARVM-ARVF-ARVT-ARFL-ARFF-ARFM | Canal Alquímico ALQ – Canal Alquímico |
Canal Consciência Coletiva CCC – Consciência Coletiva | Canal Cognitivo CCG – Canal Cognitivo |
Elementos Unilaterais | |
Arcano Elemento DG-PL-CEA-DC-INS-PSQ | Mental Elemento EM-CM-FL-CL-LC-PR |
Moral – Vital Elemento VSL – ALM – CNV – RMO – MG - SE | Moral – Supraconsciência AV – AC – AD – SCP – SCL – SCR |
Templo Elemento DT-ET-PX-JST-LB-GN | Valor Elemento EG-DB-PD-HT-YV-CT |
Estereótipos 24 Anciãos Yin SE - ET | Estereótipos 24 Anciãos Yang SCL – PD |
Igreja Elemento IGL | Reencarnação Elemento RNC |
Adições ADC | Fobias FBS |
Luz Elemento - Sugestões Yin VC (07 a 18) | Luz Elemento - Sugestões Yang VG (07 a 18) |
Luz Elemento Yin Igreja Restrição Arcanos - Inibição Recetores Alqui VC (19 a 25) | Luz Elemento Yang Reencarnação Restrição E. Mentais - Inibição Recetores Híper VG (19 a 25) |
Luz Elemento Yin – Adições – Inação do 11TCS da Virtude Adições VC (1 a 6) | Luz Elemento Yang – Fobias – Inação do 12 TCS O Carro e o Arado Fobias VG (1 a 6) |
Luz Elemento 24 Anciãos Yin 1VMA y 2VMA | Luz Elemento 24 Anciãos Yang 3VMA y 4VMA |
Ponto Cátodo | |
“E Deus abençoou-os e disse-lhes: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todas as bestas que se movem sobre a terra”.
Génesis 1:28
“E disse Deus: Eis que vos dei toda a planta que dá semente, que está sobre toda a terra, e toda a árvore em que há fruto e que dá semente; ser-vos-ão para comer”:
Procurando as razões que nos conduzem a ser vegetarianos, e desvinculando-nos da ética, é primordial situarmo-nos no contexto da metafísica e reconduzir o ser, de Homem a anjo, da natureza selvagem ao paraíso terrestre.
“E a toda a besta da terra, e a todas as aves dos céus, e a tudo o que se arrasta sobre a terra, em que há vida, toda a planta verde lhes será para alimento. E assim foi.
E Deus viu tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom. E houve tarde e houve manhã: o sexto dia”.
Génesis 1: 30-31
“Assim foram acabados os céus e a terra, e todo o seu exército”.
Génesis 2:1
A criação constitui o início de uma nova época na história do Homem, o que é supremo e vital para a transcendência do ser e para que possa alcançar a vida eterna. Perante a restrição imposta por Satanás e pelos seus anjos, abortando todo o vislumbre de evolução, Deus, com a obra da criação, dota o Homem das ferramentas necessárias para evitar que o diabo possa anular a sua evolução e para que lute contra os demónios que a coartam: “assim foram acabados os céus e a terra, e todo o seu exército”.
“E Deus acabou no sétimo dia a obra que tinha feito; e repousou no sétimo dia de toda a obra que tinha feito.E Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, porque nele repousou de toda a obra que tinha feito na criação”.
Génesis 2:2-3
A TERCEIRA TROMBETA
“O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu uma grande estrela, ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios e sobre as fontes das águas.
E o nome da estrela é Absinto. E a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos Homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargas”.
Apocalipsis 8:10-11
INTERPRETAÇÃO:
“e caiu do céu uma grande estrela”:
As coisas mudam quando o crescimento daqueles que manejam o teste alquinaturista se torna evidente; o voo contido das asas da grande águia torna-se ativo.
“E quando o dragão viu que fora lançado para a terra, perseguiu a mulher que tinha dado à luz o filho varão.E foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse para o seu lugar, longe da presença da serpente, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo”.
Apocalipsis 12:13-14
Influi enormemente naqueles que estudam Alquinatura com dedicação e veem frustrada a possibilidade de vislumbrar um diagnóstico e um tratamento através do teste. O travo amargo que permanece após um teste infrutífero desvanece o caminho iniciado para desenvolver os conhecimentos de Alquinatura e a sua aplicação no momento de exercer como terapeuta. Ter e apreender as asas da grande águia é como encontrar o Senhor da Vida.
Por outro lado, perante esta circunstância encontra-se o mago poderoso criado por Deus, salvador das situações de impotência, mas, ao mesmo tempo, escravo acossado e resignado, sentado ao pé do telefone, à espera da chamada de socorro, os trezentos e sessenta e cinco dias do ano. Em ambos os casos, o dos que não têm asas e o do alado, isto significa conquistar o Sentido por meio da consciência e melhorar o humano no caminho para o celestial.
As pessoas idóneas são aquelas cujo ideal supremo consiste em servir aquilo que ponha ordem e justiça em cada um dos seres que compõem o nosso Universo, sendo essa ordem sustentada pela doutrina cristã. O desejo desse serviço deveria ser sempre a fonte exclusiva do nosso sacrifício.
“ardendo como uma tocha”:
As desordens funcionais do organismo devem ser iluminadas, reconhecidas e diagnosticadas com o fogo da verdade, do que é certeiro, “ardendo”, com a “tocha” que ilumina o teste.
“e caiu sobre a terça parte dos rios”:
Os processos de diagnóstico podem permanecer ocultos enquanto as forças do mal os controlam, e a forma de o evitar é superá-las em potência. O Espírito de Deus dá livre curso a esta ação, criando as asas da grande águia, 11 VM, um sistema capaz de travar a ação dos demónios e de se sobrepor a eles. A atenção colocada por estes demónios sobre o mapa somatotópico das doenças, 8 TCS (Registo das doenças), dificulta a navegação sobre ele e a possibilidade de realizar um diagnóstico e um tratamento sem as asas da grande águia (potencial energético para o teste).
A metáfora da “terça parte” alude à terça parte dos anjos, que é controlada pelo dragão, Satanás, e a metáfora dos “rios” relaciona-se com o negativo, com a água em termos pejorativos: com a doença.
“e sobre as fontes das águas”:
As “fontes das águas” fazem alusão ao outro sistema de diagnóstico: a biomemória dos neurónios-mãe que regem cada um dos sistemas que atuam no organismo. Uma alteração na biomemória faz com que o sistema em questão falhe, produzindo assim disfunções orgânicas. É desta fonte que parte o seu funcionamento; e as “fontes das águas” significam a fonte da doença.
“E o nome da estrela é Absinto. E a terça parte das águas tornou-se em absinto; e muitos Homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargas”:
Amarga é a poção do fracasso quando se pretende alcançar algo. A libertação do teste alquinaturista, com a queda do Céu desta grande estrela, permite às omnipotentes e omnipresentes asas da grande águia a expansão da medicina alquinaturista e a perda do património do diabo para controlar e pisotear a saúde, afetando também toda uma banda de ecléticos fiéis servidores e defensores do seu sistema. É por isso que “muitos Homens morreram”, porque a sua filosofia se converteu em absinto.
AS ASAS DA GRANDE ÁGUIA: 11 VM
Não se deve pretender apenas procurar uma vida doce e ociosa. Da mão do teste alquinaturista dependerá invariavelmente a ordem, não só no organismo, mas também, por extensão, na própria vida enquanto sociedade e na relação com o Universo. A raiz de todos os males são os estereótipos do Homem; por isso, é necessário ser prudente para não cair neles. É preciso saber unir-se à estrela polar que indica o rumo ao navegante perante o alvoroço dos elementos. Assim, desta forma, devemos seguir os ditames que estabelece o teste alquinaturista das asas da grande águia e que, uma vez ancorados na consciência, devemos conservar.
Quando se perde a moral, perdem-se as asas. Perdidas as asas, perde-se então o caminho.
O Homem reto atém-se às regras, vive na realidade e não é iludido. Aquele que se apega às coisas do mundo e não atende à medicina alquinaturista desgasta-se inutilmente. Quando reinar o Juiz, as terapias não alquinaturistas não terão onde cravar os seus cornos. E aquele que modela a sua pessoa terá uma vida autêntica, e aquele que modela a sua família evitará desgraças familiares. A desdita terá a sua origem na desordem, e os dias dos obcecados serão exterminados.
A ordem é a pátria das coisas, é o tesouro dos Homens justos.
Quem tem pecado e se arrepende será perdoado.
Arrepender-se é fazer o contrário daquilo que se havia feito.



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